terça-feira, 22 de abril de 2008

Diema, Cifose ou Libélula do amor.

“O que há de belo na tristeza?
Seguimos um modelo.
Fazemos parte de uma enorme maquina.
Admiramos o belo no triste.
Sorrimos quando é para chora.
Fazemos o que nos mandão fazer.
Paramos por que as maquinas param.
Maldito sistema:
Religião, guerra, amor, corpos (músculos rasgados), paz.
Tudo reunido em um monte de bosta.
Nunca seremos livres.
Seremos sempre presos a algo, ate a nos mesmo.
Nunca seremos livres.”
22/04/2008
o poeta morto

terça-feira, 15 de abril de 2008

Pagina II

Descobri que guardo uma fase, um ser, uma mente, um lado negro dentro das profundezas da milha alma e coração.
Meu medo é que um dia eu não consiga mais reprimir toda essa raiva, rancor, magoa.
Me assusta muito em pensar em que um dia este meu mal possa sair de uma vez.
As faíscas deste meu ser já trazem coisas terríveis a este mundo.
Não quero nem imaginar o que sua força completa seria capaz de fazer.
Amo e reprimo todas as coisas do mal.
Só uma coisa seria certa em acorda esse mal.
Ir contra as pessoas que amo, qual quer uma delas.
Não teria piedade ou clemência alguma.
Eu sou um bom homem.
Não consigo entender o mal, não sei por que de tanto mal.
Desejo a paz.
Que as vozes, as lembranças e os fantasmas não me despertem.


Saudações querido diário

15/04/2008

terça-feira, 8 de abril de 2008

Diretorio


"Todas as almas das pessoas que eu não amei caminham em fila para a escuridão profunda de um abismo acinzentado.
Ha apenas uma saída.
A tranca que os prendem só se abrira pelo meu coração negro, rígido, petrificado e ferido.
Suas condenações não foram jugadas por mim, mas pela verdade, honestidade, honra e amor.
Suas sentenças...
Permaneceram dentro das suas únicas chances de sair...
Meu coração podre que vocês mesmos criaram.
Mesmo com a saída aberta nunca passaram do portão.
Caminharam em fila no abismo das minhas magoas"

o poeta morto

03/04/2008

Estou de volta.
Vocês entendem...
Não são só palavras são sentimentos.

Pagina I

Muitas coisas podem leva um homem a loucura.
Uma delas é não acha seu próprio existir.

Um razão para continuar a viver?
Por que viver?
Por que as coisas chegar a ser como são?
A aceitação.
Tudo isso em uma cabeça de vinte e um.
Tantas coisas.
Meu coração estava estagnado diante de tantas coisas imundas.
Meu coração não podia ter amor, ter um deus, uma mãe. Não podia ter nada alem da incerteza de um amanha, de um futuro, de uma mãe, de um deus, de um amor.
Isso me fez andar e nada perceber, nada olhar, nada sentir, apenas caminhar é ver as imundices do mundo que me fechava mais e mais as coisas boas de uma vida plena.
Agora não sei se por deus,por minha mãe ou pelo amor posso dizer que existo,posso ser feliz independente se nasci para sofrer.
Varias razoes me levam a vários lugares que me fazem sentir varias sensações.
A variedade de existir enlouquece.
Eu existo, logo posso ter um deus para acreditar e uma pessoa para amar.
Sobre minha mãe: eu já a conheço desde pequeno.

Saudações querido diário.


06/04/2008

sábado, 8 de março de 2008

Silêncio de um homen pensante.


"Paro e as vezes gosto de pensar no vazio.
Um lugar distante, sem nada.
No caminho vejo a luz corta os arbustos.
Um caminho que ultrapassa os tempos, as pontes e os prédios.
Em uma calma veloz de pensamentos mórbitos oriundo de um vazio silencioso me vejo navegando em um barco sem rumo onde os ventos não me levam a lugar algum.
Volto a ser um primitivo.
Obra bruta de um homem.
Nunca antes lapidada.
Em um piscar de segundos ressurjo a meu ser parado e vazio"


07/03/2008
o poeta morto

segunda-feira, 3 de março de 2008

O amor!!!


"Dois corpos e uma única alma"

Vou ficar um pouco ausente do meu diário.
Estou em momento de reflexão sobre o amor.
Dizer que é um sentimento não faz sua magnitude.

Voltarei com respostas.

Quase ninguém olha meu diário mesmo, mas para vocês que estão lendo esse post aguardem.

Ao amor!!!
Pelo amor!!!
Para o amor!!!
Por amor!!!


saudações

O poeta morto