domingo, 16 de novembro de 2008

Nunca desistir


Não deixe o seu lado agressivo te dominar.
Domine sua fúria.
Respire.
Não deixe que o passado seja cobrado no futuro.
Você tem uma família, sempre.
Respire.
Todos tem sua luta!
Controle o que vem de fora!
Depende só de você.Sempre dependeu.
Lave o rosto todos os dias, todos.. e não sinta vergonha do que ver.
Respire.
Nunca desistir.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A forma fetal me parece uma gota.


Retrocedemos a uma forma de tristeza real, nítida e agradável quando choramos.
Purificação perfeita do ser.
Sentimos nossa alma transparecer e tudo ficar mais azul.
Uma forma de revolta, trazida pela injustiça, me faz chora junto.
Lembro que quando olhei a luz pela primeira vez chore, depois respirei e chorei por que senti uma dor em meu peito. Ar, um outro motivo diferente do primeiro choro.
Quando fecho meus olhos ainda sinto essa tristeza, a força que você fez para me dizer simples palavras e a paz.
Eu te disse: tenha fé!
Cômico, logo eu.
Dez segundos antes de morre escutamos o mundo, todo o mundo.
Dez segundo depois de nascer choramos por saber que vamos apenas viver dez segundo escutando.
Silêncio, Respeito e paz!
Descansem! Vocês estão com uma cara de cansados.

A todos que vivem e em especial a meu amigo Fernando.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Espirito livre


Foi uma das primeiras vezes que pude sentir o vento!
Ele deslizava pelo meu rosto. Como era suave....
Sentir que estava mais livre...
Alguns eus em mim já estavam mortos e outros estão a padecer.
Posso sentir a liberdade fluir sobre mim.
o mundo ficar mais simples e nítido.
Não alimento meus sofrimentos com mais sofrimentos.
Estou aos poucos dando-lhes sentidos.
Minha liberdade foi dolorosa.
Fui caçando dentro de mim todos os meus eus.
Matando um a um.
Agora me pergunto: É quando só existir apenas eu?
Não sei o que acontecera, mas estou melhor sem eles.
Que venha a gloria da caçada.
Eu serei eu.
Eu não posso fugir de mim.
Eu estou adorando me caçar.
Não existe caçador mais imponente. Merecedor de tamanha gloria!
Pendurarei todas minhas cabeça na parede.
Ficarei a admirar e sorrir.
Sorrir, sorrir, sorrir, sorrir, sorrir, sorrir,sorrir,.....
Estou quase me achando.
Estarei frente a frente comigo mesmo.
Que delicia de combate.
Liberdade...
ahhhhhh...
sorrir, sorrir, sorrir,sorrisos,....

sábado, 25 de outubro de 2008

Sobre escrever (es por que escrevo)


Palavras para muitos são ditas ao leu.
Surgem de lugar algum.
Por fim dizem bosta.
Eu tento passar emoção, vida, alegria, prazer...
Minhas palavras não surgem do nada.
Cada palavra tem seu significado e juntas dizem: vida!
As vezes não digo nada, mas digo que não quero dizer.
É por isso que venho através desta passar que não escrevo em vão.
Enquanto tiver mãos, escreverei!
Enquanto tiver braços, escreverei!
Enquanto tiver pernas e pés, escreverei!
se não derem para tirarem de minha boca...
se me falta todos os membros ainda sim escreverei.
A única forma de me fazer para de escrever é destruindo meu coração e ainda sim escreverei,
pois meu coração tem um único dono...
você...
Isabelly.
Único ser que tem a chave, o poder, a gloria e a morte...

saudações do poeta morto!

domingo, 19 de outubro de 2008

Tabuas e pregos.


""Chagas. Feridas...
Quando amamos uma pessoa, um ser, alguma coisa, deixamos que entrem no nosso coração.
Lá criam raízes.
Fazem floresta de felicidade, esperança, alegria, sossego, paz...
Quanto mais tempo mais árvores mais frutos que amadurecem ou apodrecem e geram mais árvores...
Na chuva, no sol, na neve, expandem suas raízes, findam nas camadas mais subterrâneas, subescuras, subdesconhecidas do nosso coração.
Se alimentam de nos, nos sugam para viver e nos dar o que comer.
As raízes chegam a lugares que ate nos não sabemos do nosso ser.
Uma terra rubra.
Na entrada um macieira, uma placa que diz: aqui jaz o amor, cuidado e nada mais.
Terra rubra, vasta terra, lá as raízes criam, emergem uma cidade entrelaçada, teia de raízes, os bairros se chamam dylema, as casas tem cada qual um rubro significado.
Quando essa pessoa,esse ser nos deixa............................................................ ..... .............. ........... ............ ................. ...... ........................... ..... ... ........ ... ........... ............. ....... .......... .................. ................ ..................................... ..... .... ... ...... .......... ............. ....... .......... .................. ................. ............................................ ..... ...... ......... .......... ............. ....... ......... ................... ................. .............................. ..... ................. .......... ............. ....... ..... ....................... ................. ............................................. ..... ................. .......... .............. ....... ......... ................... ................. ............................
Toda um cidade e destruída.
As raízes saem, mas o que mais nos dói não é a dor.
São os buracos deixados.
Feridas e chagas.
Nunca mais seremos os mesmo.
Nosso coração esta sempre faltando algo, sempre.
Os buracos nunca saíram da terra.
Novas sementes vao ser plantadas, mas os buracos nunca poderiam se cobertos, nem por terra,nem pedras,nem nada.
A única esperança é o tempo.
Ele é o único de pode nos fazer ter um leve esquecimento do significado dos defeitos no nosso coração.
Um bom jardineiro saberia que seqüestra não vai alivia sua dor, não a alívios.
Um bom jardineiro sabe sofrer.
Um bom jardineiro não mata sua rosa.
Teve um tempo que tentei encher os buracos com lágrimas.
Agora encho o tempo com amor.
O tempo me trouxe uma linda rosa.
Isabelly.
Te amo e obrigado por me amar."
saudaaçoes o poeta morto

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

XII - Um encontro inesperado: realidade x depressao.


"Acordo sorrateiro na madrugada.
Procurando algo que não sei onde estar.
Com o barulho que faço acordo o que a pouco fiz ficar a traz da porta.
Ela se levanta e me pede um copo d'agua.
Eu fico a procura.
Depois vou ate a cozinha e volto.
Dou-lhe o copo cheio de antecipadas lágrimas.
Ela me pede os comprimidos azuis.
Eu lhe pergunto de que se trata.
Ela com o comprimidos já no seu cominho de purificação me diz:
Relaxantes.
Um barulho no quarto ao lado.
Um pouco assustado e mais deprimido.
Percebo que não se trata de medo,mas sim uma refugiada.
Ela esta nas mãos de Deus.
E eu?
Uma depressão sem gênesis.
Um razão de morte.
S0nhos perdidos? Jamais.
Eu amo as pessoas.
Por enquanto eu não as deixarei.
Serei eu ate o fim.
No fim acharei um só eu.
Sem Depressões,comprimidos,magoas,decepções,abandonos,raiva,saudades,egoísmo,inferioridade,traumas,....
A depressão me consome.
O amor me mata.
A paz me traz a vida.
E eu...
continuo a escrever."